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jul/09

14

O louco mundo do desenvolvimento web.

Desde 2004 que me atrevo a desenvolver para web. De fato, pouco tempo.

Sempre tive a simplicidade em mente. E na minha busca por isso, conheci diversas linguagens de programação, frameworks e ferramentas.

Javascript, PHP, Python e até Ruby. Não gosto de Java nem de .NET

Frameworks como jQuery e Django tornam a brincadeira bem mais divertida.

Não existe similares em que um seja melhor que o outro, tudo é relativo.

Na minha opinião, o que vale é o que me fizer escrever menos, de forma organizada, clara e objetiva.

Encontrar um que faça isso, é outra história.

Em 2005 eu comecei a estudar um negócio chamado AJAX, era algo novo e não tinha frameworks javascript para dar suporte. Todo o trabalho era feito na mão mesmo. Hoje, é tudo diferente e qualquer mootools da vida tem seu XMLHttpRequest. Felizmente eu participei desse momento inicial, saber como as coisas são feitas é básico para aplicações complexas, e eu escrevi muitos document.getElementById/getElementsByTagName antes de usar um simples selector. ( E ainda não sei desenvolver coisas complexas ;P  )

Atualmente a web evolui numa velocidade muito grande, a necessidade de interação passa a ser mais presente em todo website que se preze. Isso devido ao boom das “social communities”, que trouxe bons aplicativos aos usuários que até hoje não sabem nem o que é pixel quando enviam suas fotos para algum album, ou mesmo o que é o http:// na frente de todo endereço que digitam.

Agora, falando um pouco sobre desenvolvimento, eu gosto do PHP, foi revolucionário. E continua sendo.

Prefiro desenvolver com PHP, porque consegue ser simples em todos os sentidos. Na codificação – tirando algumas tosqueiras vindas não sei de onde (Perl?), Na performance, Nos servidores web, etc.

Mas! Pra ser organizado, você obviamente precisa de um framework, que também seja organizado e que te ajude a organizar sua aplicação. É aí que entra o problema do PHP. O negócio é tão simples que os desenvolvedores esqueceram de fazer bonito. Simplesmente fizeram pra funcionar. Claro que hoje em dia as coisas mudaram, as pessoas começaram a enxergar que a linguagem orientada a objetos é legal, mas infelizmente, muitas das ferramentas opensource criadas alguns anos atrás em PHP possuem o mesmo problema. Ninguém tinha noção de design patterns ou qualquer conceito que deixasse o código legível a programadores que nunca viram o código. Frameworks não deixam de ser aplicações, o pior é quando a gente encontra uma aplicação que nem auxilio de um framework teve, como o osCommerce. É um inferno.

Tirando os monstros que o PHP conseguiu criar, existem uma série de ferramentas bem escritas e úteis. O Wordpress é até legal, mas infelizmente o(s) corno(s) que desenvolveu(ram) poderiam ter feito melhor. A arquitetura baseada em hooks é uma droga, por isso eu descarto o Drupal das minhas aplicações. E uma série de outros frameworks, cms, aplicações escritas em PHP que já passaram por mim, e foram igualmente descartadas pelos mesmos motivos.

E o Ruby? Vai tomar no c* o cara que decidiu usar aquela sintaxe. Consegue ser pior que a do Python. Dá nojo de ver um código em Ruby. E cá pra nós, quem é o Ruby sem Rails?

O Python, ao contrário do Ruby, tem vida sem Django. A sintaxe é aceitável, e o Django… não sei nem o que dizer. Com um bom host e de repente um nginx rodando acho que fica perfeito.

E chega de blá-blá-blá. ;)

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